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Alegria na berma da estrada

Maio 26, 2008

Meninas isoladas, no percurso da BR-364, brincando de roda. Eh, a alegria não se compra. Cresce na berma da estrada. A foto é do Sérgio Vale, faz mais ou menos um mês.

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As piracemas estão à caminho!

Maio 26, 2008

Onofre Brito fotografou embiricicas de Mandins, prova viva de que o pescado está arrimando ao Cruzeiro do Sul (Acre).

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Um pulinho a Paris

Maio 24, 2008

Na foto: Miguel Guedes (1) e Fátima Ramos (2), Paulo Mateus (3), Pedro Varanda de Castro (4), Rui Veloso (5) e Diva Pavessi (6). O Rui, o Pedro e a Mariza (que não pôde estar presente) receberam a Medaille de Vermeil, da Académie Française des Arts Sciences e Lettres, pelo seu trabalho em prole da divulgação da cultura portuguesa.

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‘Samba Meu’

Maio 23, 2008

Gosto dessa foto da Maria Rita. Não sei porquê. Gosto.

Teve uma hora em que até cheguei a gostar muito de ouvir cantar esta canção. Como também gostei desta e desta. Mas a minha preferida sempre permaneceu esta. Acontece que agora, a hora é outra e, como o tempo é de Samba Meu, o ‘meu samba’ é, na verdade, esse aqui.
Vem isto a propósito de Maria Rita estar de regresso, este fim-de-semana, ao Coliseu e de, definitivamente, Maio não ser o mesmo que Janeiro.

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Impressões da Primavera que tarda

Maio 22, 2008

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‘A penny for your thought, my dear!”

Maio 19, 2008

E quem é que ainda acredita que uma surpresa custa muito?

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Que diferença faz?!

Maio 19, 2008


Adriana Calcanhotto com Cid CamposTrês

Amanhã ou logo mais. Há sempre tantos dias para tudo que tudo há-de sempre caber em alguma vez, não é assim?! Vamos descomplicar resoluções e outras demais combinações por combinar. Que é para ver se combina. (Ainda!). Se ainda combina. Não resolvi. (Ainda!). Em todo caso, uma coisa é segurissimamente certa: “das duas, Três”.

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Nem de propósito

Maio 19, 2008

Comecei finalmente a ouvir o novo CD/DVD ao vivo. Sim, “o tal“. Mas na faixa 11 parei à porta de casa. Deixo o resto para depois, não será assim?!

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Centenária

Maio 18, 2008

A Tia-avó Antonieta era assim como a árvore que encontrei antes da última porta. De hirtas vontades que nunca vergavam. Por mais chuva, por mais vento. Guiou até aos 90 anos e nunca se ralou com eventuais incómodos causados ao trânsito dos outros. Por esta hora, creio que já deve andar a acelerar atrás do céu.

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Quem se despede recolhe sempre à mesma casa

Maio 18, 2008

Estava aqui a pensar que, apesar de tudo, há uma grande vantagem no facto das tristezas se concentrarem quase sempre no mesmo lugar. Pelo menos não andamos por aí a esbarrar com a lembrança delas por todo o lado.