
Mário Assis Ferreira, Presidente Estoril Sol, António Capucho, presidente da Câmara de Cascais e Paulo Branco, director do Estoril Film Festival, durante a apresentação da 2ª edição, no foyer panorâmico do Casino Estoril.


Mário Assis Ferreira, Presidente Estoril Sol, António Capucho, presidente da Câmara de Cascais e Paulo Branco, director do Estoril Film Festival, durante a apresentação da 2ª edição, no foyer panorâmico do Casino Estoril.


Os amigos Transatlantistas:, que actuam dia 30 no Santiago Alquimista: Inês Sousa | Voz, César Cardoso | Saxofones, Gonçalo Sousa | Harmónica, Iuri Gaspar | Piano e teclado, André Carvalho | Contrabaixo, Tânia Lopes | Percussões, Diogo Moreira | Bateria, Afonso Pais | Guitarras, arranjos e direcção musical.

Gosto dessa foto da Maria Rita. Não sei porquê. Gosto.

Teve uma hora em que até cheguei a gostar muito de ouvir cantar esta canção. Como também gostei desta e desta. Mas a minha preferida sempre permaneceu esta. Acontece que agora, a hora é outra e, como o tempo é de Samba Meu, o ‘meu samba’ é, na verdade, esse aqui.
Vem isto a propósito de Maria Rita estar de regresso, este fim-de-semana, ao Coliseu e de, definitivamente, Maio não ser o mesmo que Janeiro.

Adriana Calcanhotto com Cid Campos – Três
Amanhã ou logo mais. Há sempre tantos dias para tudo que tudo há-de sempre caber em alguma vez, não é assim?! Vamos descomplicar resoluções e outras demais combinações por combinar. Que é para ver se combina. (Ainda!). Se ainda combina. Não resolvi. (Ainda!). Em todo caso, uma coisa é segurissimamente certa: “das duas, Três”.


A mente do homem é menos perturbada por um mistério que ele não consegue explicar, do que por uma explicação que não consegue entender.
Lenox Lohr (general manager da exposição Um Século de Progresso)
Um Conto Americano / The Water Engine de David Mamet, na Sala Garret do Teatro D. Maria II, com encenação de Maria Emília Correia. Em cena desde dia 6.


A Dança do Dragão e do Leão sai, este Sábado, pelas ruas da cidade de Lisboa, para celebrar a inauguração do Museu do Oriente, dedicado à temática da Ásia. O espectáculo é executado por 50 elementos da Escola de Artes Marciais Chinesas SHE-SI.
Nesta dança, que obedece aos mais elevados princípios do Wushu e do Feng Shui, na relação dos objectos com a Natureza, o atleta mais antigo da escola é o portador da Pérola, a energia, fogo da vida, que inicia, comanda, e assinala os ritmos e movimentos.
Os restantes elementos, conforme a sua antiguidade, posicionam-se por ordem hierárquica na cabeça do Dragão (liderança, exemplo), na cauda (equilíbrio, navegação) e nos tambores celestes que representam o coração do Dragão (o centro do mundo), anunciando, neste caso, a inauguração do Museu do Oriente.
A acompanhar a dança, são empunhados estandartes, bandeiras e faixas, que homenageiam os antepassados. O Dragão representa grandiosidade, poder, alegria, sorte e bom augúrio e a sua Dança só é realizada em grandes ocasiões como o “Ano Novo Lunar”. A Dança do Leão, por sua vez, é um ritual de atribuição de sorte. Quando o Leão dança com o Dragão, simbolizam o Sol e a Lua, a força, o poder, a fortuna.